A lei da parteira causa inquietação: Neuruppin está lutando por bons cuidados!
A nova lei das parteiras está causando irritação entre as parteiras em Ostprignitz-Ruppin. O que isso significa para a indústria?

A lei da parteira causa inquietação: Neuruppin está lutando por bons cuidados!
A nova lei federal sobre parteiras está em vigor desde 1º de novembro de 2025 e em Neuruppin está causando muita irritação entre as parteiras. Grit Krüger, uma parteira independente experiente que trabalha nesta profissão há 30 anos, chega ao ponto de temer que as mudanças possam levar a despedimentos entre as parteiras assistentes. As suas preocupações são compreensíveis, porque a lei implica um enorme esforço burocrático, como também observa Madeleine Blümchen, parteira desde 2008. Ela vê a necessidade de reconhecer todas as consultas por escrito, a fim de receber reembolso das companhias de seguros de saúde, como um grande obstáculo.
O que se torna particularmente problemático é que as consultas digitais via WhatsApp não são reconhecidas. Apenas contam os contactos pessoais ou as consultas telefónicas, o que significa um retrocesso para muitas parteiras. Jacqueline Auditer, também parteira de longa data, manifesta a sua preocupação relativamente ao subsídio de viagem, embora observe que a nova regulamentação deverá conduzir a uma melhoria na remuneração dos cuidados. Ela trabalha no modelo 1:1 e até agora não teve problemas com as regulamentações atuais ao cuidar de duas gestantes ao mesmo tempo.
Antecedentes da nova lei
A Lei das Parteiras estabelece condições-quadro claras para o trabalho das parteiras. Como em Ministério Federal da Saúde As parteiras monitoram o processo de nascimento e realizam partos normais de forma independente. Os médicos são obrigados a chamar as parteiras, pois elas podem cuidar do parto de forma independente. Eles também reconhecem as complicações precocemente e agem de acordo.
A lei visa melhorar a qualidade dos cuidados durante a gravidez, o parto e o período pós-parto. As tarefas das parteiras incluem não só o parto, mas também os cuidados posteriores à mãe e ao filho, bem como aconselhamento sobre cuidados infantis. Tudo isto é feito tendo em conta a situação de vida individual das mulheres e as suas necessidades especiais, conforme previsto na lei.
Remuneração e perspectivas
Como parte da nova lei, a remuneração pelo atendimento das parteiras aumentará de pouco menos de 40 euros para cerca de 85 euros para cuidados 1:1. O facto de o salário base das parteiras assistentes estar a aumentar de 56 para cerca de 74 euros esclarece as preocupações financeiras de muitas parteiras. No entanto, Carolin Schiller, diretora de enfermagem do Hospital Universitário Neuruppin, está tranquila com as mudanças e não espera grandes impactos nas estruturas existentes da clínica. Atualmente, trabalham em Neuruppin quatro parteiras atendentes que têm contrato com as clínicas e cuja realidade de trabalho é influenciada pelas novas regulamentações.
As incertezas e os desafios trazidos pela nova lei da obstetrícia também estão a ser amplamente discutidos pelas pessoas afectadas na região. Embora algumas parteiras expressem preocupações sobre o seu futuro profissional, outras esperam que as mudanças conduzam a uma melhoria notável nos salários e nas práticas de trabalho. Ainda não se sabe se a lei poderá finalmente alcançar os efeitos desejados.