Reforma da lei do aborto: Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental aumenta o parágrafo 218!

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Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental planeia reformar a lei do aborto: Ministro da Justiça aprova propostas de descriminalização.

Mecklenburg-Vorpommern plant Reform des Abtreibungsrechts: Justizministerin kürt Vorschläge zur Entkriminalisierung.
Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental planeia reformar a lei do aborto: Ministro da Justiça aprova propostas de descriminalização.

Reforma da lei do aborto: Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental aumenta o parágrafo 218!

Nos últimos dias, a questão do aborto ganhou força na Alemanha. No contexto da próxima Conferência dos Ministros da Justiça, nos dias 6 e 7 de novembro, em Leipzig, a Ministra da Justiça de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, Jacqueline Bernhardt (à esquerda), anunciou uma proposta para reformar a Secção 218 do Código Penal. Esta iniciativa encontra uma sociedade dividida, mas o debate continua explosivo e importante n-tv relatado.

O próprio Bernhardt critica duramente a situação jurídica atual e a descreve como indigna e um retrocesso na autodeterminação das mulheres. Na antiga RDA, o aborto era permitido nos primeiros três meses sem indicação dos motivos. Em contrapartida, é fundamentalmente ilegal na República Federal, mas sob certas condições permanece impune durante as primeiras doze semanas. O aborto é actualmente legal se houver razões médicas, em caso de violação ou se a saúde da mulher grávida estiver em risco.

Iniciativas de reforma e resistência

A Conferência dos Ministros da Mulher e da Igualdade já se tinha pronunciado a favor da reforma da lei do aborto no ano passado. Contudo, apesar de um projeto de lei do governo federal anterior que não pôde ser implementado devido ao fim prematuro da legislatura, continua urgente a continuidade da discussão. No entanto, o actual governo federal negro-vermelho é bastante cauteloso e não planeia liberalizar o direito ao aborto.

Embora o SPD esteja aberto a reformas, a União mantém a actual situação jurídica. Os críticos enfatizam que quaisquer mudanças contradiriam o dever do Estado de proteger os nascituros. Segundo uma aliança de várias organizações que defendem a legalização do aborto nas primeiras doze semanas, os opositores a esta reforma, como a CDU e a CSU, são largamente maioritários.

As vozes dos apoiadores

Em resumo, o debate sobre o parágrafo 218 mostra como a sociedade está dividida quando se trata de questões relacionadas com o aborto. Mesmo que o caminho para a reforma seja difícil e não esteja à vista uma votação no Bundestag, defensores como Beran continuam a trabalhar para garantir que as mulheres na Alemanha não sejam criminalizadas e possam receber melhores cuidados. Para os actores políticos, a questão continua a ser um desafio que precisa de ser superado.