Especialistas da ONU soam o alarme: violência policial nas manifestações pró-Palestina!
O Conselho de Direitos Humanos da ONU critica a violência policial e as proibições de reuniões em manifestações pró-Palestina na Alemanha.

Especialistas da ONU soam o alarme: violência policial nas manifestações pró-Palestina!
Recentemente, peritos independentes do Conselho dos Direitos Humanos da ONU lançaram luz sobre a situação das manifestações pró-Palestina na Alemanha, provocando um claro clamor. No seu relatório criticam o aumento da violência policial e as repetidas proibições de tais protestos. Estes desenvolvimentos não só geram manchetes alarmantes, mas também lançam uma luz obscura sobre o direito à reunião pacífica, que deveria, na verdade, ser sacrossanto na Alemanha. Alto notícias diárias os especialistas, incluindo Gina Romero, Relatora Especial para a liberdade de expressão e reunião, apelaram ao governo federal para respeitar este princípio fundamental.
Mas o que exatamente está acontecendo nas ruas? A mídia relata repetidamente tumultos e ataques verbais, de modo que a polícia foi forçada a proibir diversas manifestações. Em muitos casos, os tribunais mantiveram estas proibições, enquanto noutros foram anuladas. A polícia de Berlim nem sequer documentou quaisquer apelos à violência que tenham surgido no contexto das manifestações, o que não torna a situação mais fácil. Os perpetradores que recorreram à violência contra as forças de segurança, bem como às declarações anti-semitas, representam uma clara violação dos motivos dos protestos, alguns dos quais são geopolíticos.
Supressão da solidariedade
Ao mesmo tempo, os relatos sobre a criminalização dos defensores dos direitos humanos tornam-se alarmantes. Vozes ativas em favor dos palestinos são silenciadas por prisões arbitrárias como esta RND mostra. Esta situação está a conduzir a uma erosão gradual da liberdade de expressão: exclamações, peças de vestuário e símbolos relacionados com a Palestina foram cuidadosamente proibidos em muitos lugares, como nas escolas de Berlim. Isto não é apenas um retrocesso para a liberdade de protesto, mas também um sinal preocupante para o discurso no país.
As condições organizacionais e sociais também parecem estar a deteriorar-se. Alto Anistia a liberdade acadêmica está ameaçada. As vozes críticas que se opõem às políticas dos governos israelita e alemão são muitas vezes criminalizadas. Ressalta-se também que a liberdade de expressão não deve ser abusada para declarações antissemitas ou de incitação, mas que o espaço para uma discussão diferenciada ainda é absolutamente necessário.
Nesta atmosfera tensa, as organizações de direitos humanos apelam ao respeito por todos os direitos de reunião. A importância dos protestos como meio de expressão e de mudança social necessária é muitas vezes esquecida. As manifestações e intervenções violentas proibidas estreitam os espaços de discurso e colocam pressão na interacção social.
A responsabilidade das autoridades estatais é clara: é importante proteger os direitos de protesto e de não discriminação de todas as pessoas, sem interferir na liberdade de expressão individual. Especialmente em tempos de conflito global, o discurso deve proporcionar espaço para o pesar, a frustração e a mudança, a fim de proteger os direitos humanos.